quinta-feira, 4 de março de 2010

O dia do Chama, A minha visão...

Era um sábado a noite em Itaipava, o friozinho típico da região, algumas latas de cerveja vazias na mesinha, nossas mochilas em cima da cama sobressalente e ela entrou no banheiro para se arrumar...
Eu rapidamente voei sobre a minha mochila e comecei a preparar minha surpresa, joguei sementes secas coloridas sobre a cama, fiz uma trilha com elas saindo do banheiro até o nosso ninho de amor, coloquei um pouco sobre a mesinha, acendi pequenas velas vermelhas e amarelas, abri a garrafa de vinho, deixei a carta que tinha escrito pra ela dois dias antes de nossa viajem sobre a mesa e fiquei a esperá-la. Ela saiu do banheiro em um vestido preto, maquiada, linda... viu minha surpresa, me beijou e pôs-se a ler a carta. Seus olhos ficaram úmidos, ela me abraçou com sofreguidão e disse que me amava.
Agora era a vez dela de fazer a surpresa. Ela pediu para que eu ficasse na cama, mantivesse os olhos fechados (com ajuda de uma venda) e só abrisse quando ela pedisse. Eu o fiz. Ouvi o barulho da cadeira sendo arrastada imaginando o que ela estaria fazendo, ela se certificou de que eu estava mantendo minha promessa e pediu para que eu abrisse os olhos.
Ela estava lá, sentada apoiada no encosto da cadeira, de costas pra mim, toda de preto... Um corpete, meia calças daquelas que vão até a coxa, uma calcinha pequenininha e aquela bunda linda virada pra mim. Meu pau ficou duro na hora. Cheguei perto dela e a toquei, sua pele estava quente apesar do frio do lugar.
Ela imprediu que eu a tocasse, mandou eu deitar e atou minhas mãos. Começou a brincar com o meu corpo, fazer carinho, beijar, mordiscar. Ás vezes vinha me beijar mas deixava que eu a beijasse o suficiente, aumentando ainda mais a minha tensão, o meu tesão.
Passou a brincar com a lingua pelas minhas coxas, meu ventre, beijava a acariciava meu membro latejante por cima da cueca. Sentava no meu colo e me beijava mais um pouco. Passava a língua pelo meu pescoço e orelhas, gemia baixinho e respirava me fazendo tremer.
Tirou a minha cueca e começou a brincar... beijava, lambia... e de repente começou a me chupar... descia a subia, acariciava o meu saco e lambia minhas bolas.
Pedi para que ela virasse a bunda pra mim, numa posição de 69 e ela muito prestativa o fez. Eu olhava aquela bunda na minha frente, via a calcinha atolada, sentia o seu calor, o seu cheiro... mas ela não deixava que eu a tocasse por mais de alguns poucos segundos, o fato de estar amarrado também dificultava. O máximo que eu conseguia as vezes era cheirar e beijar sua bocetinha por cima da calcinha, aquilo estava me enlouquecendo. Ela me chupava deliciosamente, eu sentia sua boca quente e macia engolindo meu pau, eu queria fazer ela engolir tudo, até o talo, mas quem estava no controle era ela.
Eu já não aguentava mais quando ela sentou no meu colo, de frente pra mim e me beijou novamente... e entre palavras as quais ficaram perdidas no êxtase do momento ela me perguntou: - Isso é tudo que você pode fazer?
Era o limite, algo atravessou o meu corpo de uma forma brutal, uma raiva, um tesão, um amor intenso e flamejante, eu puxei meus braços com força desatando os nós que me prendiam, abracei-a violentamente a a beijei com sofreguidão. Explorava seu corpo com minhas mãos, beijava furiosamente seu pescoço e sentia ela mordendo o meu. Minha mente não conseguia decidir se eu a queria nua e tocar seu corpo ou continuava a vê-la vestida daquela forma provocante e sensual. Mais uma mordida em meu pescoço arrastou essa dúvida pra longe de mim. Agora eu já não era mais uma pessoa doce, eu era bruto, no estado puro da natureza humana enlevada pelo tesão. Eu à puxei e coloqueia de bruços, tirei sua calcinha e comecei a lamber e chupar sua bucetinha, passava a lingua até o cuzinho e voltava, não chupei até fazê-la gozar, eu a queria em chamas, ardendo como eu. Subi em suas pernas e encaixei meu pau naquela que é a mais gostosa das recompensas. Eu a comia com vontade, puxava seus cabelos, apertava e a puxava contra mim. Comi, comi, enfiei e tirei... chupei mais um pouco pra sentir o gosto do seu tesão e voltei a enfiar. Ela gozou e espremeu meu pau, mordiscava a cabecinha e me deixava ainda mais louco. Eu gozei logo depois, cerrando os dentes com força, gemendo pra não gritar e sentindo minhas forças me deixarem junto com meu esperma dentro do corpo da minha amada. Desabei sobre ela ofegando, sentindo seu calor. Como eu a amo, como eu a desejo...

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